Computacao

2026
Este é o segundo artigo de uma série dedicada à arte de preparar um sistema operacional Unix-like para uso pessoal, com ênfase no GNU/Linux. Neste artigo se tratará de algo frequentemente relegado a um segundo plano, muitas vezes apresentado sem o devido cuidado, divulgando-se enormes erros em nome de “simplificar” a matéria. O assunto hoje é liberdade de software e licenciamento.
Este é o primeiro artigo de uma série dedicada à arte de preparar um sistema operacional Unix-like para uso pessoal. Será dada ênfase ao GNU/Linux por ser o sistema operacional em que desenvolvi as competências fundamentais que serão descritas, mas é perfeitamente possível aproveitar bastante coisa que será dita num FreeBSD etc. Neste primeiro artigo trataremos da preparação da base.
Entre as diversas realidades com que se tem contato no meio de entusiastas do sistema operacional GNU/Linux está o folclore do “ano do Linux no desktop”. Este artigo não se propõe a dissecar os elementos do dizer, mas colocá-lo em perspectiva e ver até onde o texto correrá nos termos do título.
2025
Como seria dito naquele desenho: “Em todos esses anos nesta indústria vital”. Em todos esses anos há uma realidade que se destaca como uma das mais recorrentes no ramo de computação, e especialmente a redação de software: a do descrédito da teoria. Descrédito esse que pode chegar ao ponto de mover afirmações, por exemplo, de que curso somente é bom se for 100% prático, ou, num linguajar mais emplumado, hands-on.
Em alguma publicação perdida no buraco da memória de qualquer mídia social, carinhosamente chamado de feed, restando a pergunta se as publicações existem para serem devoradas por nós, ou pelo buraco da memória, li algo assim: