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Este é o primeiro artigo de uma série dedicada à arte de preparar um sistema operacional Unix-like para uso pessoal. Será dada ênfase ao GNU/Linux por ser o sistema operacional em que desenvolvi as competências fundamentais que serão descritas, mas é perfeitamente possível aproveitar bastante coisa que será dita num FreeBSD etc. Neste primeiro artigo trataremos da preparação da base.

Como seria dito naquele desenho: “Em todos esses anos nesta indústria vital”. Em todos esses anos há uma realidade que se destaca como uma das mais recorrentes no ramo de computação, e especialmente a redação de software: a do descrédito da teoria. Descrédito esse que pode chegar ao ponto de mover afirmações, por exemplo, de que curso somente é bom se for 100% prático, ou, num linguajar mais emplumado, hands-on.

Este artigo foi construído para demonstrar uma construção realizada no Arch Linux, funcional em 29 de maio de 2021 (caso seja necessário a intervenção com ALA no futuro para a reprodução do experimento).

Recentes

Este é o segundo artigo de uma série dedicada à arte de preparar um sistema operacional Unix-like para uso pessoal, com ênfase no GNU/Linux. Neste artigo se tratará de algo frequentemente relegado a um segundo plano, muitas vezes apresentado sem o devido cuidado, divulgando-se enormes erros em nome de “simplificar” a matéria. O assunto hoje é liberdade de software e licenciamento.

Entre as diversas realidades com que se tem contato no meio de entusiastas do sistema operacional GNU/Linux está o folclore do “ano do Linux no desktop”. Este artigo não se propõe a dissecar os elementos do dizer, mas colocá-lo em perspectiva e ver até onde o texto correrá nos termos do título.

Em alguma publicação perdida no buraco da memória de qualquer mídia social, carinhosamente chamado de feed, restando a pergunta se as publicações existem para serem devoradas por nós, ou pelo buraco da memória, li algo assim:

Este artigo é uma resposta para a proposta publicada em 20 de abril de 2020, de implementação de janela transiente em Bash usando o utilitário wmctrl para interação com o gerenciador de janelas através da definições no servidor gráfico, o Xorg.

Aqui será explorada, de maneira brevíssima, a possibilidade de uso de um programa em C para população do painel do gerenciador de janelas spectrwm, que, segundo o manual, suporta o uso de executáveis externos. O manual, ao descrever o elemento +A na parametrização de bar_format, diz que se trata de output of the external script, e, ao descrever o parâmetro bar_action: external script that populates additional information in the status bar, such as battery life.